27 November 2009

CROSS CULTURAL MANAGEMENT


CROSS CULTURAL MANAGEMENT




Estão abertas as candidaturas para IP Cross Cultural Management – um programa Intensivo Erasmus, iniciativa do EuroMed Research Business Institute, financiado pela Hellenic State Scholarships Institution e pelo LLP ERASMUS da Comissão Europeia

The “Cross-Cultural Management” Intensive Programme is an initiative of the EuroMed Research Business Institute funded by the Hellenic State Scholarships Institution under the ERASMUS LLP of the European Commission. The programme is designed to promote the idea of Cross-Cultural Management training between students and academics, of different cultural backgrounds, throughout Europe. It will be implemented as an intensive two-week summer school.



Student benefits

The European Union will cover 75% of your travel expenses and will also give you a grant of 478 € that will cover your subsistence costs (accommodation, meals etc). You do not have to pay any fees for attending the course.

Upon successful participation, students will be awarded with a Certificate of Attendance worth 6 transferable ECTS units, and endorsed by the Scientific Committee acting in the name of all participating institutions. According to the structure of studies in each institution the credits will either count as representing an integral course module or will be allocated to existing courses as work done. It is agreed that the proposed IP will become the basis of a joint Master’s Program that will be organized by partner institutions.

Application

Download the application form from the course website (http://ccmip.teicrete.gr/), and send to Ana Maria Soares (amsoares@eeg.uminho.pt) with the indication IPCCM on the subject field.

For more information: http://ccmip.teicrete.gr/

21 November 2009

Champagne phenomenon by Kavaratzis e Ashworth 2008

Não é tarefa simples relacionar o conceito de produto, com o de lugar numa perspectiva de marketing ou promoção através da definição de uma marca. Alguns especialistas, quer de formação académica, quer com experiência prática em marketing, tendem a concordar que não existem dificuldades práticas na transposição de produtos físicos para produtos do território. Clássicos, como Kotler et al. (1993, 1999), refere que os lugares podem ser vistos como extensões físicas, sendo que as técnicas do processo de marketing podem ser aplicas ao território. No entanto, Kavaratzis e Ashworth (2008: 152) referem que as técnicas do marketing, quando aplicadas a espaços geográficos, como fazendo parte de processos de gestão territorial, é uma forma significativamente diferente de marketing, lê-se “(…) that marketing when applied to places, as part of their management in pursuit of collective goals and undertaken by public agencies, is a significantly different form of marketing”.
Kavaratzis e Ashworth (2008: 152), aplicam um termo com alguma particularidade e humor, o “Champagne phenomenon”, que se refere quando identificamos um produto pelo local onde foi produzido e lhe associamos características. Apesar da legislação aplicada a produtos de denominação de origem específica, as relações com o place marketing são reduzidas, porque, como referem Kavaratzis e Ashworth (2008: 152), “It is merely a more or less accidental geographical nomenclature. The place makes no contribution to the product beyond identifying it.” O território não contribui para além de o identificar. Place marketing não é definir produtos físicos pelo seu local de produção ou distribuição primária. Place marketing e place branding vão muito mais além desta visão redutora do marketing e marcas num contexto de um território. O vinho verde, produzido na região Minho usa a sua origem para ganhos de notoriedade, no entanto trabalhar a marca Minho, ou fazer place marketing nesta região deve assumir-se como mais ambiciosa do que definir produtos físicos que estejam associados à região Minho. “A place becomes only a name for a specific brand or, in other instances, a generic name for a production process, and most are not copyrighted property” (Kavaratzis e Ashworth 2008: 152).
O “Champagne phenomenon” a que aludem Kavaratzis e Ashworth (2008), tem por objectivo proceder à junção de características de um lugar a um produto tangível. A intenção é apenas a de vender o produto em si mesmo mediante atributos de um lugar e naturalmente que sejam positivos. Um exemplo clássico, na opinião de Kavaratzis e Ashworth (2008: 153), é o caso dos “ (…) Swiss watches”. Os consumidores associam aos relógios suíços características do seu pais de origem, especificamente a imagem de que a Suiça é um país organizado, disciplinado, onde o trabalho é feito de forma rigorosa, meticulosa o que confere aos relógios siuços, no exemplo abordado, embora pudéssemos invocar outros, um elevado grau de confiança e garantia no produto, sendo uma imagem largamente aceite pelo consumidor o que confere a esse produto um valor acrescentado e uma melhor posição competitiva no mercado. Contudo, sublinham Kavaratzis e Ashworth (2008: 153) os produtos não são uniformes e a associação de especificidades locais a produtos físicos deve assumir ou aplicar-se tendo presente que tipo de produto se está a promover, isto é produtos diferentes, podem ter associações de lugar diferentes embora tenham a mesma origem geográfica. “Quite different products may attempt to utilise different place associations derived from the same place.”

Um outro exemplo debatido na literatura académica sobre place marketing é o caso da Bélgica. O seu objectivo, na perspectiva do branding a country (Caldwell e Freire 2004, abordam este conceito), é o de vender chocolates, cerveja e bordados, no entanto não serão uniformes as qualidades máximas que os place managers pretendem invocar em cada um deles.

15 November 2009

Place Branding: New Tools for Economic Development

Place Branding: New Tools for Economic Development

by George Allen, Design Management Review Spring 2007

The principle that cities and regions can be branded is a natural extension of corporate brand theory. George Allen, using several examples, explains how this reality offers new opportunities for attracting economic development and tourism. He also reviews the unique dimensions of place branding that make it an especially challenging task.

The idea that physical places can be branded is a natural extension of corporate
brand theory. Indeed, it is generally accepted that places, as defined by culture, politics, and geography, are increasingly seen to be products, as subject
to brand management practices as a cup of coffee or a car. For brand and design managers, this opens up new opportunities within the world’s number- one industry—tourism—and within larger economic development initiatives.

However, the branding of places is not without its unique challenges, whichgo far beyond a compelling marketing campaign or a new logo. While the place-as-product analogy provides a useful filter through which to understand a place-brand approach, there remain fundamental differences in the implementation of brand theory in the place environment. These include, among others, the role of government organizations, the difficulty in defining the entity to be branded (city, region, or country), the challenges of aligning internal stakeholders (residents, business owners, frontline workers), and the difficulty of sustaining brand consistency and resources over time in the face of competing societal, as opposed to corporate, interests.

4 November 2009

EMAC McKinsey Marketing Dissertation Award


//
http://www.marketing-dissertation-award.eu/html/main.php
//
new generation of marketing experts is developing the theories and tools that will shape the future of our field. The Marketing Dissertation Award, initiated by EMAC and McKinsey & Company, recognizes and encourages this emerging talent. In addition to receiving a cash prize, finalists have a chance to present their work at the EMAC conference 2010.

This distinguished award was presented for the first time on May 29 at the EMAC conference in Nantes. The winner of the 2009 EMAC McKinsey Marketing Dissertation Award was Lien Lamey, for the dissertation she submitted to Catholic University Leuven, “The Private-Label Nightmare: Can National Brands Ever Wake Up?” Read more …

Increase the reach of your dissertation – apply for the Marketing Dissertation Award.

Special issue in European Planning Studies Spatial planning and place branding: rethinking relations and synergies

Introduction:  Kristof Van Assche, Raoul Beunen and Eduardo Oliveira  Rethinking planning-branding relations: an introduction . https:...